Lanterna dos Afogados

No romance Jubiabá de Jorge Amado, Lanterna dos Afogados é um botequim ponto de encontro para os amigos: capoeiristas, escravos, músicos e boêmios da época. Anos depois, uma bela canção e grande sucesso por Herbert Viana. Contatos: 71 8809-3074

Lanterna dos Afogados

No romance Jubiabá de Jorge Amado, Lanterna dos Afogados é um botequim ponto de encontro para os amigos: capoeiristas, escravos, músicos e boêmios da época. Anos depois, uma bela canção e grande sucesso por Herbert Viana. Contatos: 71 8809-3074
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Terra Blog

05.03.08

Apresentações 2007

categorias: Shows

 

 

- SESC -
Projeto Arte em Cena 26 de abril de 2007


Paulo Pitta

 

Antônio Barreto - Cordelista


Natural do município de Santa Bárbara, interior da Bahia, Antonio Barreto é professor, poeta, cordelista e um dos fundadores do tablóide literário SOPA - Sociedade de Poetas e Amigos, movimento literário alternativo que reúne poetas e escritores baianos. É autor dos livros 'Flores em Umburana' e 'Uns Versus Outros' (produção independente).

 

José da Boa Morte - Poeta

Coordenador do Movimento Cultural ARTPOESIA

 

Movimento Cultural Artpoesia, é um empreendimento cultural e artístico que reúne poetas e escritores simpatizantes da arte e da literatura. Esse movimento criado em 2000, visa desenvolver e estimular o hábito da leitura, proporcionando a iniciação da arte através da emoção e estimulando a criatividade do público.

24.02.08

A Música

categorias: Informação
MÚSICA
A definição de música é muito contestada devido às suas fortes conotações e seu uso além do assunto em si. Pode ser considerada, por exemplo, uma forma de arte da expressão pela combinação de sons e silêncio.
A música como som
Uma definição comum de música é rotulá-la como simplesmente sons organizados, ou os mesmos mais sofisticados. Conceito presente na seguinte afirmação: "a brilhante organização de sons e silêncio". Essa definição é notadamente corrente em meados do século XIX em diante, quando se começou a analisar a relação entre som e percepção.
A música como experiência subjetiva
Outra definição comumente usada para música a tem como prazerosa ou melodiosa. Essa visão é usada para argumentar que alguns tipos de organizações sonoras não são música enquanto outros a são.
Desde que a abrangência para o que é aceito como música varia de cultura para cultura e de tempos em tempos, outras versões elaboradas dessa definição admitem algum tipo de evolução musical de caráter cultural ou social. Essa definição foi predominante no século XVIII, quando, por exemplo, Mozart preconizou que a "música jamais deve esquecer-se, jamais deve deixar de ser música".
A música como previsão
Não tão comum é a definição cognitiva do que seria música. Para esta concepção a música não é meramente som ou a percepção deste som, mas maneiras pelas quais percepção, ação e memória são organizadas. Essa definição é influente nas ciências cognitivas, que procuram localizar as regiões do cérebro responsáveis por relembrar e analisar os diferentes aspectos da experiência musical. A definição inclui em si a dança.
A música como construção social
Teorias pós-modernas concebem que a música, assim como a arte, é definida primeiramente por seu contexto social. De acordo com essa visão, a música é o que as pessoas chamam de música, seja um período de silêncio, algum tipo de som ou sua performance. O trabalho de John Cage, 4'33", é baseado nessa concepção de música
A música como fonte histórica
A música passa a ter um caráter de fonte histórica, quando os compositores transmitem através das letras seus elogios ou indignações sobre determinados fatos históricos.
Por conta dessa variedade de definições, o estudo da música é igualmente caracterizado pela diversidade. Esses estudos podem ser do som, da vibração e/ou acústica, o estudo cognitivo da música, de teoria musical e performance prática ou ainda teoria musical na etnomusicologia, e o estudo da recepção e história da música, geralmente, chamado de musicologia.
A música como manifestação Estética
Trata-se de uma concepção amplamente difundida, na qual a Música é entendida como uma complexa organização dos fenómenos acústicos com o objectivo de alcançar um fim estético. Este conceito tem como base a observação dos vários periodos históricos da música, onde em cada um deles, os musicos se apropriavam de determinados "matériais", para assim manipularmos e, chegar a uma obra artística de acordo com suas idéias estéticas. Exemplos desta concepção encontraremos deste o Faux-bourdon da música Medieval até as estruturas micro-contrapontisticas de Ligeti, passando pela elaboração expressiva dos intervalos musicais no modalismo de Monteverdi até os estudos dos timbres com Debussy.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Defini%C3%A7%C3%B5es_de_m%C3%BAsica" Categoria: Música
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

27.02.07

Happy Hour Cebola e Alho 09 fevereiro 07

categorias: Shows

O blog Lanterna dos afogados realizou no dia 09 de fevereiro de 2007 seu primeiro evento do ano.

 

Com direção artística de Iwison Ricardo “O evento marcou a entrada do ano com o pé direito para Paulo, que soube transmitir com muita singularidade uma parte de seu mundo, sua interpretação pessoal” e assessoria de Beatriz Fiais “O evento nos proporcionou muitas coisas interessantes e agradáveis, como ouvir uma boa música, um bom som, e prestigiar obras de artes extraordinárias.

A seleção das músicas foi de um excelente bom gosto, o ambiente muito agradável, alegrou a sexta-feira, que após um dia trabalho a melhor opção é relaxar”

Com a mostra das obras de Washington Bulhões, “Uma excelente artista, capaz de dar forma e perspectiva entalhados em madeira e acrílica, fantástico” Iwison Ricardo, e música de Paulo Pitta. O Evento Música e Arte presenteou as pessoas que estiveram no espaço Cebola e Alho com uma interpretação de músicas populares brasileiras num modo bastante particular. O evento também foi marcado por encontros e surpresas. Amigos de que há muito não o ouviam interpretar, estiveram lá prestigiando. 

Washington, Beatriz, Iwison e Paulo.

 

 

26.01.07

SHOW PAULO PITTA 09 de fevereiro 2007

categorias: Shows

23.01.07

Paulo Pitta

categorias: 1 Release

Paulo Pitta nasceu em Salvador, BA, em 14 de janeiro de 1972. Começou a tocar aos 12 anos de idade, quando foi presenteado com seu primeiro violão por Amélia, sua mãe, grande  incentivadora de seu trajeto musical. Aos 14 anos já participava do coral na paróquia de São Cosme e São Damião no bairro da Liberdade.
Por influência de seu primo Charles Pitta, passou a escutar e tocar músicas de Djavan, Gilberto Gil, Caetano Veloso, João Bosco, Jorge Ben Jor, Cláudio Zoli, Roberto Carlos entre outros grandes nomes da MPB.
Integrou o grupo Estação Outono com Herval Tavares, André Lira e Ricardo Borges, partindo depois para um trabalho a três com Ricardo Borges e Helen. Passou a tocar em festas particulares sempre que solicitado e, recentemente, apresentou-se para os funcionários da empresa Danton Veículos no Dia do Amigo, ao lado de Paula Sampaio. Com esta cantora participou também do Painel Liberdade, evento realizado pelo Movimento Cultural Artpoesia. A participação no Painel Liberdade, rendeu indicação para uma apresentação no Arte em Cena "Vitrine SESC de Talentos" em 21 de setembro de 2006 e, mais uma vez ao lado do grande músico e amigo Ricardo Borges (baixo).
Hoje, além dos grandes músicos da MPB, reúne influencias de novos talentos, como Jair Oliveira, Zé Ricardo, Daniel Carlomagno, Max de Castro, Wilson Simoninha e do baiano Elpídio Bastos.  Prepara-se atualmente para mostrar seu talento,  criando um repertório essencialmente brasileiro, mas que integra as influencias da black music -  soul e funk – que tanto se harmonizam com os nossos próprios ritmos: o samba, a bossa...
Como poucos autodidatas, Paulo Pitta – de temperamento perfeccionista - consegue aliar ritmo e harmonia, em um casamento ideal. Acordes e tons se unem para gerar uma batida contagiante. Ouvir Pitta é  ao mesmo tempo prazeroso e instigante. Uma elegia ao bom gosto musical.
 
Dani Valim
Beatriz Fiais